FUNCIONALIDADES
Nada aqui foi construído para preencher uma tabela comparativa. Cada coisa veio de um dia que correu mal.

DUAS CASAS, UMA CRIANÇA
O calendário, as doses, os recibos, os avisos da escola — o trabalho vulgar de criar filhos em duas casas. Se as coisas estiverem bem entre vocês, o Manon não é mais do que isso: um lugar partilhado que mantém as duas casas a par. E fica calado.
A camada de mensagens existe para as semanas que não são assim. Todas as separações têm algumas. Quando chegam, o Manon coloca-se à sua frente. Quando passam, recua.
Estão no WhatsApp, ou em mensagens de texto normais, ou no e-mail. Funciona, até deixar de funcionar. Então o registo é uma pasta de capturas de ecrã, a mensagem difícil chega às onze da noite sem nada entre ela e si, e a mesma discussão acontece quatro vezes porque ninguém escreveu o que ficou acordado.
Não é preciso ter decidido que é um caso de alto conflito para querer uma versão melhor disso. A maioria das pessoas chega aqui depois de uma noite específica.
E se alguma vez for mais longe, uma carta de advogado custa mais do que um ano de Manon.
Qualquer aplicação de coparentalidade sabe guardar o nome de um médico. Nenhuma resolve o problema a sério: o seu filho está a tomar antibióticos, três doses por dia, e na sexta-feira à tarde vai para a outra casa a meio do tratamento.
No Manon o tratamento é um registo vivo. Cada dose é assinalada pelo progenitor que a administrou, à hora a que a administrou. Os lembretes só chegam a quem tem a criança. O esquema atravessa a entrega sem que seja enviada uma única mensagem sobre isso.
Alergias, patologias, o número de utente e as vacinas ficam ao lado, visíveis para ambos os progenitores, versionados em vez de substituídos.
As mensagens enviadas não podem ser editadas nem apagadas depois, por nenhum dos progenitores. É deliberado. Um registo partilhado só vale alguma coisa se ninguém puder voltar atrás e arrumá-lo.
Se algum dia precisar, o Manon exporta todo o histórico como um PDF datado e numerado: mensagens, notas do diário de bordo e despesas, com a autoria e um cabeçalho de cadeia de custódia.
Não. Pode usar o Manon sozinho desde o primeiro dia. O calendário, o registo de saúde, o diário de bordo e as suas próprias notas funcionam todos. Se o outro progenitor entrar mais tarde com o seu código de convite de seis caracteres, os registos partilhados passam simplesmente a ser partilhados. Não é preciso voltar a introduzir nada.
Não, e isso é deliberado. Nenhum dos progenitores pode alterar uma mensagem enviada. A regra é aplicada na própria base de dados e não apenas escondida na aplicação, porque um registo partilhado só vale alguma coisa se ninguém o puder reescrever às escondidas.
O Manon produz um PDF datado e numerado sequencialmente, com cabeçalho de cadeia de custódia, uma contagem completa de mensagens e autoria clara. Que um registo seja aceite é sempre uma decisão do tribunal, e nenhuma aplicação pode prometer o contrário.
O primeiro mês é gratuito, sem cartão. Depois, cada progenitor tem a sua própria subscrição. Sem ela, pode continuar a ler e exportar o seu histórico.
Seis: inglês, francês, alemão, espanhol, italiano e português. O Manon segue automaticamente o idioma e a região do seu dispositivo, incluindo a moeda para as despesas.
Um pai separado, ao longo de um ano, porque nada do que existia parecia estar do lado de ninguém.